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Sociedade ainda centraliza maternidade e amor romântico para mulheres

  • Foto do escritor: Ana Luiza de Figueiredo Souza
    Ana Luiza de Figueiredo Souza
  • 21 de out. de 2025
  • 1 min de leitura

Do vocabulário à crenças, do cotidiano à ficção, nossa cultura hegemônica centraliza (e une) tanto os relacionamentos amorosos quanto a maternidade para as mulheres.


Nosso valor enquanto pessoas, muitas vezes, se atrela à nossa suposta capacidade de seduzir e gestar (crianças, dinâmicas domésticas, relações).


Há outras manifestações dessa cultura que fazem pensar: como podemos construir novas narrativas para mulheres?



Vídeo no Instagram. Vídeo no TikTok.


Fontes:


FIGUEIREDO SOUZA, Ana Luiza de. Mães de ninguém: imaginários, identidade(s) feminina(s) e marcadores sociais em comunidades on-line de/para mulheres sem filhos. Tese (Doutorado em Comunicação), Universidade Federal Fluminense, 2024. Leia aqui.


FIGUEIREDO SOUZA, Ana Luiza de. "Ser mãe é f*d@!": mulheres, (não) maternidade e mídias sociais. Porto Alegre: Zouk, 2022. Leia aqui.

 
 
 

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