• Ana Luiza de Figueiredo Souza

Os melhores posts de 2021

Atualizado: 26 de dez. de 2021

Reta final do ano e decidi fazer duas listas: uma com os posts que mais gostei de produzir nas minhas mídias sociais esse ano e outra com os posts que receberam mais interação do público por ali nesse mesmo ano. Não houve precisão científica ao elencar as postagens (essa eu uso nos artigos científicos que publico sobre os temas). Para elaborar ambas as listas, me baseei tanto na minha experiência com os posts quanto no número de comentários, salvamentos, envios e mensagens privadas do público sobre determinadas publicações.


Cada um dos posts tem artigos mais aprofundados no portal de conteúdo Nota de rodapé aqui no site. Por sua vez, os artigos vêm com o link para as postagens lá no @analuiza.dfigsouza. Confira os eleitos a seguir.


Meus queridinhos


Resultado das enquetes


Na semana do Dia Internacional das Mulheres fiz duas enquetes: O que você já deixou de fazer por ser mulher? e O que ser mulher inspira você a fazer?. Recebi respostas um tanto reveladoras e, também, inspiradoras. Em todas as contas em minhas mídias sociais. Reuni os resultados delas em um post nessas contas e em dois artigos aqui no site: resultados parte um e resultados parte dois.



 

Projeto fantasma


Um post de utilidade pública, transformado em artigo com maiores detalhes sobre um golpe ainda comum, principamente na indústria criativa.


 

O problema com as cantadas de rua


Mais um post de utilidade pública, também transformado em artigo com maior detalhamento, que expõe a violência por trás de um hábito incorporado em nosso cotidiano: as cantadas (ou melhor, o assédio) de rua.


 

Ser mãe, um ato revolucionário?

Nesse post, aprofundado em artigo, faço um contraponto entre as facetas restritivas e transformadoras da maternidade, atentando para o fato de que, apesar de consistir em uma vivência hegemônica, tem potencial para modificar ou até mesmo romper com práticas normativas e opressoras.


 

Afinal, o que é a não maternidade?

O tema da minha atual pesquisa de doutorado ganhou os primeiros post e artigo em abril. Para minha alegria, ambos foram bem-recebidos, mostrando que existe demanda para discutir as problemáticas em torno da não maternidade.


 

O problema da mulher multitarefas

Um post que gostei de produzir (inclusive na versão mais extensa) e de receber o retorno do público feminino acerca dele, com relatos que comprovam como a exigência por ser multitarefas (mulher-polvo, nas minhas próprias palavras) vem atrelada a uma expectativa social sobre o gênero feminino.


 

Você sabe o que é pobreza menstrual?


Post informativo desenvolvido em artigo aprofundado que funciona como posicionamento diante dos recentes cortes em programas de distribuição de absorventes gratuitos para mulheres e meninas em situação de vulnerabilidade social.


 

O que está acontecendo no Pantanal?


Post que integrou a campanha Resgate Pantanal, em parceria com a ONG Ecoa - Ecologia e Ação para recolher doações para auxiliar as brigadas voluntárias que combatem os incêndios criminosos na região pantaneira, bem como ajudam a amenizar seu impacto negativo na população por meio de projetos socioambientais (inclusive em conjunto com outras organizações, como a Aliança da Terra). A ONG ainda recebe doações pelo mesmo QR Code da campanha, já que ele redireciona para a aba de apoio no site da instituição. Pelo aplicativo do seu banco ou carteira digital, aponte a câmera do celular para o QR Code da imagem acima desse texto. Vai abrir direto na operação de transferência, basta escolher o valor.



Os queridinhos de vocês


Maternidade compulsória


Um assunto que sempre rende discussão e relatos. Com o post, desenvolvido também em artigo, não poderia ser diferente. Também foi a primeira vez que publiquei de forma mais aprofundada sobre um dos meus temas de pesquisa nas mídias sociais.


 

Por que aceitamos ficar em relacionamentos ruins?


Esse foi um dos meus posts mais populares, que rendeu artigo com maior aprofundamento aqui no site. É ótimo ter a confirmação de que aquilo que observo, bem como as reflexões que articulo, são pertinentes para outras pessoas (sobretudo mulheres) quando se trata de relacionamentos afetivos.


 

Gravidez não é doença. Mas também não é remédio


Um post que recebeu muitos comentários que confirmaram que as situações nele relatadas são comuns. Transformei a postagem em artigo no Nota de rodapé, com um pouco mais de informação.


 

Complexo do esperma/óvulo dourado


Mais um post com bastantes comentários e discussões bem interessantes por parte do público. O artigo, produzido bem depois da publicação, ainda precisa de complementos, mas já está disponível no Nota de rodapé.


 

Efeito pisca-pisca


Esse post teve um número de salvamentos bem expressivo. Até hoje recebo mensagens de quem teve contato com ele. Mais uma vez, é muito bom quando minhas percepções conversam com as experiências e angústias de mais pessoas. Dessa vez, homens e mulheres. Escrever o artigo sobre ele me fez investigar com maior profundidade alguns fenômenos, relacionando-os com reflexões próprias, que já tecia há algum tempo. Então ficou um texto mais completo.


 

Discutindo estereótipos sobre as mulheres sem filhos

Primeiro post em que interpelo diretamente o público a partir da minha atual pesquisa de doutorado. Com a chegada de novas seguidoras, atraídas pelo enfoque na temática da não maternidade, fiz uma postagem explicando que usaria minhas mídias para debater temáticas relacionadas tanto às mães quanto às mulheres sem filhos. Depois dele, fiz mais um post de interpelação, que rendeu um artigo aqui no site.


 

Mães abusivas

Post cuja repercussão foi (maior e) mais positiva do que eu esperava. Confesso que o rascunho para ele já estava feito há meses, mas achei necessário lapidá-lo para não cometer alguma irresponsabilidade diante de um assunto tão delicado. Recebi muitos relatos e, também, alguns questionamentos pertinentes. Aproveitando o quarto artigo na minha coluna no NIEM, produzi uma versão dele para o Nota de rodapé.


 

A tal masculinidade


Por fim, aproveitando o embalo do clipe MASCULINIDADE, do Tiago Iorc, produzi esse Reels que continua circulando entre homens e mulheres para indicar que são estas últimas as principais afetadas pela masculinidade tóxica, nada mais do que um reflexo do poder patriarcal e da misoginia.


Que 2022 traga mais conteúdo e conexão para todas, todos e todes nós!


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Gostou da lista? Confira os artigos que a compõe aqui no Nota de rodapé.


Algumas dessas discussões são ampliadas em artigos científicos, nos papos da semana e, também, no livro Ser mãe é f*d@!”: mulheres, (não) maternidade e mídias sociais.



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